Investimentos

Bitcoin (BTC) cai mais de 12% no 1º trimestre: o ciclo de alta chegou ao fim? Especialista faz alerta hoje (31)

Queda do bitcoin (BTC) levanta dúvidas sobre o bull market; veja o que diz especialista

Por Letícia Flávia Pinheiro

31 mar 2025, 10:08 - atualizado em 31 mar 2025, 10:08

bitcoin btc criptomoeda cripto ativo digital moeda

Imagem: iStock.com/Vitalij Sova

O primeiro trimestre do ano chegou ao fim, e o bitcoin (BTC) se consolida para o pior 1º trimestre dos últimos cinco anos, segundo dados da CoinGlass.

Entre janeiro e março de 2025, a maior criptomoeda do mercado caiu mais de 12% de acordo com dados da CoinGecko, saindo de cena a US$ 82 mil. Veja: 

Ano1º trimestre
2025– 12%*
2024+ 68,68%
2023+ 71,77%
2022– 1,46%
2021+ 103,17%
2020-10,83%

Fonte: CoinGlass. *Dado consultado hoje, pela plataforma CoinGecko, no dia 31/03/2025, por volta das 09h30 de Brasília. 

No entanto, quem escutou Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Reserach, não está muito preocupado com isso.

Pelo contrário: essas pessoas tiveram a oportunidade de comprar ou aumentar posição em bitcoin e outras criptomoedas seletas

Isso porque o especialista interpretava o momento de queda como uma janela de oportunidade desde o dia 19 de março. 

E não diga que não avisei: poucos dias após isso acontecer, publiquei uma matéria chamando a atenção dos criptoinvestidores:  

Fonte: Empiricus

Agora, Valter Rebelo chama atenção para mais uma oportunidade que você deveria também estar ciente: quem aproveitar o período de queda para se posicionar em moedas alternativas ao bitcoin — as chamadas altcoins — pode ter a chance de ganhar muito dinheiro quando o criptomercado se recuperar. 

O criptomercado está incerto, mas o Valter Rebelo pode te ajudar a se posicionar 

É verdade que o mercado cripto enfrenta incertezas de preço devido à falta de liquidez e à instabilidade no cenário macroeconômico. 

Porém, não é hora de se desesperar. A recomendação de Valter Rebelo é adotar uma postura mais conservadora neste momento, até que o mercado mostre uma direção mais clara. 

E, embora o momento atual seja de mais cautela, isso não significa que você não deva se posicionar (de maneira comedida, claro) em criptoativos de qualidade.

Afinal, de acordo com Valter Rebelo, o bull market (período de alta de preços) ainda não acabou. 

O especialista da Empiricus não é o único que acredita nisso. O bilionário e CEO da Strategy, Michael Saylor, e o autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, Robert Kiyosaki, também defendem essa tese.

Além disso, outros gatilhos também são esperados para alavancar o preço não só do bitcoin, mas das altcoins como um todo. Por exemplo, o avanço global no eixo regulatório das criptomoedas e a sua adoção por investidores institucionais. 

Nesse cenário, quem estiver posicionado nesse mercado de maneira estratégica pode ter muito a ganhar no longo prazo.  

É nesse contexto que Valter Rebelo resolveu lançar a segunda edição do Clube dos Criptomilionários: uma comunidade para aqueles que desejam ter a chance de embolsar até R$ 1 milhão na conta por meio do investimento em criptomoedas (veja como fazer parte)

Parece absurdo, impossível de acontecer? Pois saiba que isso já aconteceu outras vezes, e, se quiser, você pode ser o próximo a buscar até R$ 1 milhão. 

VEJA COMO ENTRAR PARA O CLUBE DOS CRIPTOMILIONÁRIOS 

Bitcoin já fez muitos  milionários — já pensou em ser um deles no futuro? 

Você sabia que, diariamente, 154 milionários foram criados no ano passado? Veja:  

Fonte: Exame/Cointelegraph 

E se o rali das criptomoedas ainda não chegou ao fim, esse pode ter sido apenas o começo de um ciclo ainda mais lucrativo.

A diferença é que agora você também pode ter a chance de enriquecer com ele. 

Afinal, o objetivo de Valter Rebelo é formar milionários. Como? 

Por meio do investimento em uma lista de criptomoedas de alto potencial de retorno

Estamos falando de moedas digitais bem menores que o bitcoin ou o ethereum. São ativos com preço baixo, mas com capacidade de multiplicação acima da média.

Para se ter ideia do potencial, um investimento inicial de R$ 1 mil nessa lista de moedas pode se tornar até 1 milhão de reais nos próximos meses (considerando aportes adicionais e periódicos ao longo do período).

E quem faz parte do Clube dos Criptomilionários têm acesso a essa lista com exclusividade — e recebe orientações claras sobre onde comprar, como operar e quando vender.

SAIBA MAIS: CONHEÇA LISTA DE MOEDAS DO CLUBE DOS CRIPTOMILIONÁRIOS

Indicações da Empiricus tiveram o potencial de tornar membros da comunidade milionários

Quem acompanha o departamento de criptoativos da Empiricus há mais tempo sabe que, em outros ciclos de alta, algumas recomendações entregaram retornos que puderam mudar a vida de quem estava posicionado.

Alguns exemplos são:

  • Ethereum (ETH), foi indicada em 2017, quando ainda era desconhecida de muita gente.
  • AXS, token do Axie Infinity, foi sugerida em janeiro de 2021 e entregou 28.000% em apenas 10 meses. Quem investiu R$ 3.500 teve a chance de alcançar R$ 1 milhão. 

Veja alguns depoimentos de quem seguiu a indicação de compra de AXS naquela época: 

Fonte: Empiricus Research, depoimentos enviados via Instagram. AXS foi recomendada no dia 21/01/2021, no relatório ‘O token que dá Jogo’. Retornos passados não são garantia de retornos futuros. Além disso, o investimento em criptomoedas tem risco, e pode envolver perdas.

É claro: retornos passados não são garantia de ganhos futuros. Criptoativos são voláteis e envolvem risco. Por isso, é importante investir apenas uma parte pequena do seu dinheiro, que não faça tanta falta em casos de perdas. 

Contudo, é impossível negar o potencial de retorno que criptomoedas são capazes de entregar para o investidor — ainda mais quando são ativos de projetos altamente promissores. 

Para ter a chance de entrar no Clube dos Criptomilionários e acessar a lista de recomendações de Valter Rebelo, basta clicar no botão abaixo e deixar seu contato. 

Mais informações serão enviadas por email para você, gratuitamente.

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) e redatora do Grupo Empiricus