O medo do passado recente

Pat Bologna é o famoso “engraxate da crise de 1929”, que até hoje é lembrado como o principal motivo pelo qual o investidor de risco Joe Kenedy decidiu sair das suas posições mais bullish para operar vendido no mercado.

TUDO PARA QUE A HISTÓRIA NÃO SE REPITA

Pat Bologna é o famoso “engraxate da crise de 1929”, que até hoje é lembrado como o principal motivo pelo qual o investidor de risco Joe Kenedy decidiu sair das suas posições mais bullish para operar vendido no mercado.

Não se sabe realmente se Kenedy tomou a decisão de se tornar um pessimista em um mercado em alta apenas por ver Bologna dando dicas de investimentos ou se aquilo teria sido somente uma visão anedótica da realidade.

Naquela época, alavancagem nos investimentos ainda era algo muito novo e o mercado de capitais não era tão maduro quanto hoje e permitia algumas coisas que são crime atualmente, como insider trading, que é se valer de informações privilegiadas não públicas para levar vantagem em um investimento.

Com um mercado sempre em alta, a sensação era que todos poderiam ser ricos, como defendera John Jakob Raskob em um artigo publicado em um jornal.

Para John, uma pessoa que economizasse US$ 15 por mês, investisse esse dinheiro em ações e realocasse os dividendos, em 20 anos, possuiria US$ 80 mil, que, em valores atuais, equivaleriam a US$ 1,2 milhão.

Esse foi o pano de fundo que atraiu milhares de famílias americanas para a Bolsa de Valores, onde todos estavam ficando ricos muito rapidamente.

E como você deve saber, isso não acabou muito bem e os EUA mergulhou em uma depressão profunda que durou vários anos.

Esse período terrível ainda está marcado na cabeça dos investidores, banqueiros e políticos mais antigos. É exatamente por essa memória, de certa forma recente, que os reguladores americanos fazem de tudo para o país não entrar em colapsos parecidos com o de 1929.

As políticas monetárias e fiscais para combater os efeitos da pandemia do coronavírus nos EUA têm o intuito de amenizar as quedas dos mercados e evitar uma depressão e, se possível, uma recessão.

Mesmo acontecendo um dos dois desfechos negativos para o mercado, os reguladores têm a intenção de dominá-los para que sejam rápidos.

Por isso apostar em uma queda nominal do mercado, precificada em dólar, é como lutar contra o Fed, o banco central americano, que está disposto a tudo para não ver seus índices testarem novas mínimas.

O dólar, ou qualquer moeda fiduciária, será um bom parâmetro para medir se as Bolsas no mundo estão caras ou baratas?

São os ativos que estão se valorizando ou o dinheiro que está perdendo o valor?

Para mim, parece bem óbvio que o dinheiro está perdendo valor ao longo do tempo e o que os bancos centrais no mundo inteiro estão fazendo agora é apenas acelerar esse processo.

Ativos como ouro e bitcoin devem ir muito bem nesse cenário, como também elucidou Luis Stuhlberger, renomado gestor do fundo Verde.

Indo além, o mercado cripto como um todo deve se beneficiar se o bitcoin deixar de ser um ativo marginalizado para se tornar um ativo interessante.

O que me faz “profetizar” isso é o resultado, até o momento, dos top 10 do mercado cripto, entre os quais apenas o BTC e o XRP estão se desvalorizando no ano e existem ativos com mais de 100% de ganho.

No Empiricus Crypto Legacy fazemos a seleção dos melhores para você apenas ir lá e comprar.

Não tem muito segredo, se você se debruçar sobre esse mercado todos os dias por quase cinco anos, vai achar as melhores oportunidades.

 Forte abraço,

André Franco

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