Qual é a sua escolha hoje?

Em uma situação como a que estamos vivendo, a sensação é de que o mundo vai acabar. Cidades em quarentena, as ruas desertas, o número de casos aumentando de forma exponencial são roteiros de um filme de apocalipse.

ENTRE UM ATIVO INFINITO E UM ATIVO ESCASSO


“Na era digital, o sistema financeiro se converteu em uma complexa aberração. Alguns dos melhores físicos, matemáticos e advogados trabalham nas atividades bancárias modernas. Eles falam uma língua diferente e criam produtos que pessoas de fora não conseguem compreender. Isso dificulta ainda mais o debate político sobre a reforma financeira.”

Jonathan McMillan no livro “O fim dos bancos”

Em uma situação como a que estamos vivendo, a sensação é de que o mundo vai acabar.

Cidades em quarentena, as ruas desertas, o número de casos aumentando de forma exponencial são roteiros de um filme de apocalipse.

O pior é olhar tudo isso em câmera lenta, sabendo como o vírus se espalha — as decisões que países tomam hoje só vão surtir efeito, em média, daqui a 19 dias.

São quase três semanas de espera para ver o resultado do fechamento das cidades e, durante a espera, as notícias serão cada dia piores, porque refletem o período pré-quarentena.

Una isso ao fato de que a economia vai ficar parada, e a crise só piora. Pessoas vão perder o emprego e outras mais suscetíveis à doença vão morrer.

Ninguém quer ter sangue nas mãos quando a notícia chegar, mas os governantes também não querem ser responsáveis pelo colapso da economia local e mundial.

O que resta a fazer em um momento como este? Nesta situação, não tem a escolha boa ou ruim.

Os Estados Unidos fecharam as fronteiras e o governo pediu para que seus cidadãos ficassem em casa, mas Trump já começa a discursar pelo fim desse período de lockdown.

Como é que já na semana que vem, com os números de casos e de mortes aumentando, algum decreto vai encorajar as pessoas a saírem de casa? Elas até podem sair de casa, mas não por um decreto, e sim por necessidade.

As pessoas costumam aprender do específico para o geral e preferem pegar exemplos que vivenciaram a se apegar às estatísticas.

Por isso, aquela família que perdeu um ente querido vai ter mais medo de voltar a trabalhar, de consumir e até de pensar em um futuro melhor.

Isso tem resultados práticos e pode travar a economia.

Até o momento, o número de mortes nos EUA devido ao coronavírus já ultrapassa 800. Usando esse número como base, é possível estimar pelo menos 80 mil casos por lá em um espectro de até 19 dias atrás.

Como a quantidade de casos relatados, por ora, é de 55 mil, e a taxa de testes positivos nos EUA é de 50%, enquanto na Coreia do Sul — o país que mais testou pessoas —, a taxa é de 3%, fica claro que esse número de contaminados nos EUA é subestimado.

Na semana que vem estaremos piores em número de casos do que hoje e, pelo comportamento da curva de contágio da Covid-19, podemos já estar em 1 milhão de casos no mundo.

Nesse ponto, só vai restar uma coisa a fazer: imprimir dinheiro como nunca na história do mundo, que aliás já começou.

O Fed, o banco central dos EUA, já foi para o tudo ou nada e declarou que irá fazer o que for possível para salvar a economia americana.

Estamos diante de uma impressão de dinheiro sem precedentes na história, algo em torno de US$ 10 trilhões a US$ 15 trilhões.

A mesma bomba que foi usada para nos trazer a “bolha de tudo” está sendo usada para tentar contê-la.

Pode funcionar? Tomara que sim, porque se não funcionar será catastrófico para todo o mundo.

O mundo está intrinsecamente ligado à economia dos EUA e tem boa parte das suas dívidas em moeda americana.

Ir contra esse padrão econômico é um tiro no pé e, por isso mesmo, a maioria dos países seguirá os EUA (até não terem mais saídas).

No entanto, para pessoas que representam seus próprios interesses, existe um ativo que vai contra toda essa impressão de dinheiro desenfreada, que não deve a nenhum governo e que pode ser adquirido com o mínimo de R$ 50.

Sim, ele mesmo, o bitcoin.

Grosso modo, o mundo vai dobrar a quantidade de dinheiro e, no dia 13 de maio, o bitcoin vai ter sua produção cortada pela metade.

Temos um recurso virtualmente ilimitado, dinheiro fiduciário como o dólar, para comprar um ativo limitado, o bitcoin.

Qual a sua escolha a partir desse ponto?

A minha está mais do que clara e devidamente asseverada dentro do Empiricus Crypto Legacy.

Fica o convite para você conhecer a série.

Forte abraço,
André Franco

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