Recomeço: um novo 2016

Março tem um gostinho especial para mim quando o assunto é criptomoedas. Isso porque quatro anos atrás, nesse mesmo “março”, decidi investir meus primeiros nacos em bitcoin.

UMA CLASSE DE ATIVOS QUE VEIO PARA FICAR

Março tem um gostinho especial para mim quando o assunto é criptomoedas.

Isso porque quatro anos atrás, nesse mesmo “março”, decidi investir meus primeiros nacos em bitcoin.

Ainda estava na faculdade e meu conhecimento de investimento era baseado em um livro e na Mercado em 5 Minutos (M5M), antiga newsletter da Empiricus que eu lia regularmente.

Em nenhuma dessas fontes eu lia sobre bitcoin, por isso tive que navegar por outros canais até entender o potencial que essa tecnologia tinha.

Demorou um pouco, mas assim que entendi decidi investir e falar para alguns amigos que tinha feito isso.

Ordem executadas em 2016 no Mercado Bitcoin

As respostas foram as melhores, mas a indiferença foi o que mais ecoou no grupo.

O pior de tudo foi que um dia, nessa mesma M5M que eu idolatrava e não perdia uma, foi falado que o bitcoin não tinha valor e que era para vender.

Tive que engolir a seco, manter minha posição e, a partir daquele momento, seguir por conta própria nessa classe de ativos.

Meus gurus estavam me falando para não fazer algo que eu insistia em fazer e investir em bitcoin na minha visão tinha fundamento.

Acabou que a decisão tomada foi a mais acertada para o meu bolso. Comprar bitcoin a US$ 400 foi uma bela barganha durante todo 2017 e continua sendo até hoje. 

No entanto, o jogo mudou: hoje é bem diferente de quatro anos atrás, temos empresas inseridas nesse mercado que nem se quer pensavam em entrar em 2016.

Não tenho dúvidas que investir em bitcoin a esse preço é menos loucura do que investir a US$ 400.

Como me disse Carlos Patino, head da Nasdaq Market Technology (esse senhor mais à direita na imagem abaixo): “Definitivamente, essa é uma classe de ativos que veio para ficar”.

 Entrevista com Carlos Patino e Tony Sio, da Nasdaq

Por isso não poderia pensar de forma diferente: a sua forma de jogar também tem que evoluir.

Se o mundo muda, você também muda.

Lembro que em 2016 não era possível encontrar um fundo regulado que assumisse todas as questões relativas à compra, venda e armazenamento desse ativo.

Todo esse trabalho teria que ser aprendido muito bem pelo investidor porque qualquer erro resultaria em perdas que poderiam ser irreversíveis.

Nesses momentos sempre penso na minha mãe, que não dormiria tranquila sabendo que caso perdesse um pendrive ou uma senha, perderia patrimônio.

Foi pensando nela e em milhares de outras pessoas que a Vitreo, junto com a QR Capital, nos propôs uma possibilidade de facilitar esse trabalho para as pessoas comuns.

Você já deve estar familiarizado com a Vitreo, por conta de seu trabalho com outros produtos da Empiricus.

Falando de maneira bem resumida, a Vitreo é uma gestora que se inspira nas sugestões de investimentos de criptoativos que fornecemos aos nossos assinantes do Exponential Coins para criar os fundos Vitreo CriptoMoedas FICFIM IE (para investidores qualificados) e Vitreo CriptoMoedas Light FICFIM (para o público em geral).

A QR Capital é uma gestora focada em criptoativos que apresentou um modelo inovador para a criação do fundo cripto, que até então não tinha sido feito.

As informações pertinentes ao fundo, quem pode investir e outros detalhes você encontra neste link.

Pessoalmente, estou dedicando uma parte do meu portfólio para o fundo. 

Não existe nada que prove mais meu entusiasmo quanto a esse mercado do que quanto dinheiro estou disposto a colocar nele.

É o famoso “skin in the game”, a postura largamente conhecida de arriscar a própria pele. 

Sem isso, o investidor é apenas um Balbino que fala e fala e nunca toma uma atitude

Sigo enxergando um mercado de alta pré-halving e pós-halving, com tempero de altseason e com máximas sendo atingidas até 2021.

Exatamente por isso sou cotista do fundo da Vitreo.

Forte abraço,
André Franco

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