A oportunidade de uma vida (revisited)

E esta foi mais uma semana memorável para a renda variável brasileira. Apoiado por dados animadores sobre o crescimento da nossa economia e com um cenário internacional mais benévolo, o Índice Bovespa rompeu a marca dos 110 mil pontos, cravando o ponto máximo de sua história.

E esta foi mais uma semana memorável para a renda variável brasileira.

Apoiado por dados animadores sobre o crescimento da nossa economia e com um cenário internacional mais benévolo, o Índice Bovespa rompeu a marca dos 110 mil pontos, cravando o ponto máximo de sua história.

Recorde nominal, diga-se. Calculado em dólares, o índice está 37% abaixo do pico de março de 2011.

Aqueles que nos acompanham há mais tempo hão de se lembrar que lá no final de 2015, sob as trevas do pesadelo Dilma Rousseff, a Empiricus “virou a mão” e passou a recomendar ações brasileiras com entusiasmo.

Era assim que iniciávamos nossa campanha:

Publicado em setembro de 2015

Aos corajosos que seguiram nossa orientação, agradeço a confiança e imagino que estejam satisfeitos com o retorno conquistado.

Em nós aqui da Empiricus fica uma baita sensação de dever cumprido. A nossa missão de transformar a vida financeira das pessoas é reforçada com marcos como esse.

Hoje, embalados com as perspectivas econômicas, analistas animam-se com o potencial de valorização da Bolsa brasileira e constatam que estamos vivendo um bull market.

Compartilho o otimismo da turma e estou pessoalmente exposto à nossa renda variável. Todavia, quem está entrando agora deixou para trás a possibilidade de ter multiplicado por três vezes o seu patrimônio caso tivesse entrado à época em que publicamos “A oportunidade de uma vida”.

Claro que o Felipe e nossa equipe de especialistas não tinham a menor ideia do que estava por vir naquele final de 2015. Nem mesmo Paulo Guedes, nos seus sonhos mais delirantes, antecipava estar conduzindo o país na rota liberal atualmente traçada.

Reforma da Previdência aprovada. Inflação abaixo da meta. Selic de 4,5%. Risco-país chegando aos 100 bps. Ação da Petrobras acima de R$ 30. Lula condenado. Dilma impichada.

Nada disso estava na nossa cabeça naquele momento.

Havia porém uma belíssima assimetria. Pouca chance de uma desvalorização ainda maior dos preços, numa eventual “venezuelização” do Brasil, e uma baita probabilidade de um turnaround.

Constatávamos, porém, que todo o cenário negativo, aquele do Fim do Brasil, já estava fatorado nos preços dos ativos de risco. E era a própria crise que criava as condições para uma retomada e a consequente apreciação dos ativos.

A crise defenestrou Dilma Rousseff do poder e empurrou o pêndulo ideológico para a direita, abrindo caminho para a vitória de Jair Bolsonaro. Com Guedes alçado ao comando da nossa economia, o bull market ficava óbvio.

Tal como a SAS britânica e seu lema “Who Dares Wins”, caberia aos tais malucos da Empiricus lá em 2015 chamar a atenção para aquele que seria um dos melhores pontos de entrada para se comprar ações brasileiras.

Ironicamente, chegamos a ser processados pela associação dos analistas e profissionais do mercado por termos exagerado nas estimativas de ganho quando tratamos da possibilidade de multiplicação patrimonial. Ainda aguardo uma retratação deles.

A boa notícia é que agora, ao final de 2019, crescemos como empresa e temos a maior e melhor equipe de especialistas do Brasil.

Apesar de ganhos passados não garantirem retornos futuros, os resultados entregues até este momento nos qualificam para a missão de garimpar as melhores oportunidades que se apresentam.

Deixo você agora com os destaques da semana.

Um abraço e boa leitura.

Caio

Inscreva-se em nossa newsletter