Investindo no futuro

No meio deste tsunami financeiro que vivemos, um ativo já se valorizou mais de 40% em dólares neste ano.

No meio deste tsunami financeiro que vivemos, um ativo já se valorizou mais de 40% em dólares neste ano.

Em reais, a alta passa de 100%.

Não se trata das ações da Zoom ou de qualquer outra empresa cujo modelo de negócio tenha se beneficiado com a crise.

Apesar de ser absolutamente disruptivo, esse ativo não pode ser considerado novidade, pois conta com centenas de milhares de investidores somente no Brasil.

E, nesta semana que entramos, um evento raro tem o potencial de multiplicar o seu preço.

Trato do assunto mais à frente, mas antes...

Enquanto escrevia esta newsletter, o governador João Doria anunciava a prorrogação da quarentena no Estado de São Paulo.

Até 31 de maio, somente atividades essenciais (assim definidas pelas autoridades) poderão funcionar no Estado.

O anúncio foi justificado pelo crescimento do número de casos e em vista da alta taxa de ocupação dos leitos hospitalares.

Seguimos inundados por opiniões. De um lado, o lockdown total; do outro, a imunidade de rebanho. Itália vs Suécia.

Ao final, continuamos cheios de dúvidas e com uma só certeza: trata-se da maior catástrofe econômica dos tempos modernos.

Já são trilhões e trilhões de “dinheiros”.

Dólares, euros, ienes, libras.

E, por aqui, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, nos resgata com uma enxurrada de reais.

Não importa o nome, a cor, a forma. Bancos centrais do mundo todo abriram as comportas monetárias para nos salvar do exótico vírus.

As moedas fiduciárias, assim chamadas pois prescindem de um lastro físico para justificar seu valor, cumprem o seu papel de resgate econômico.

Um ressuscitado Milton Friedman teria que atualizar sua expressão, pois dinheiro de helicóptero (“helicopter money”) não captura toda a potência das máquinas de imprimir dinheiro.

Como numa cirurgia de emergência, quando a vida do paciente está em jogo, quem se importa com a cicatriz do corte no abdômen?

Autoridades monetárias estão fazendo o que deve ser feito agora, mais adiante lidaremos com as consequências.

Qual será o real poder de compra do dólar quando tudo isso passar? E do nosso real?

Impossível precisar, mas um palpite educado indica que o espectro da inflação nos observa pela fresta da porta.

E a injeção de trilhões jogou para o ar qualquer previsibilidade de política monetária nas principais moedas mundiais.

Há uma exceção porém.

Uma moeda cuja oferta está definida intrinsecamente, totalmente blindada contra criativos banqueiros centrais.

Se isso não bastasse, o seu comportamento não tem correlação com outros ativos. Assim, sua adição melhora a relação risco-retorno de um portfólio investido.

Nesta semana, o bilionário investidor americano Paul Tudor Jones elegeu esse ativo como o seu cavalo para a corrida dos investimentos da próxima década. “Terá o mesmo papel que o ouro teve na década de 1970”, declarou Jones.

O Bitcoin, a principal criptomoeda em valor de mercado, vem tendo um ano de recuperação em 2020.

Não bastasse a valorização de mais de 40% em dólares e de 100% em reais, estamos agora à beira de um evento com potencial explosivo para a cotação da moeda digital.

O nosso André Franco, o melhor analista de criptomoedas do Brasil, explica tudo o que precisamos saber sobre o “halving” do bitcoin.

Esse fenômeno acontece a cada quatro anos e está previsto para se realizar no começa desta semana que entra.

Veja o que aconteceu como o preço do bitcoin nas outras duas vezes que o “halving” ocorreu:

Fonte: Mercado Bitcoin

André explica o “halving” do bitcoin e suas oportunidades neste vídeo:

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• YouTube 

Assista.

Deixo você agora com os destaques da semana.

Um abraço e boa leitura,
Caio

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