Já vemos a luz no fim do túnel?

De repente, tudo ficou fluido.

De repente, tudo ficou fluido.

Desapareceram todos os pontos de apoio e fomos lançados à deriva, como um corpo vagando na inércia de um espaço sem gravidade.

Primeiro, perdemos dinheiro. Investidores do mundo todo, salvo raríssimas exceções, sofreram enormes desvalorizações em suas posições. Tratarei disso mais adiante.

Depois, perdemos nossa rotina. Os que trabalham, passaram a fazê-lo de forma remota. Os que estudam, ficaram em casa. Atividades foram abruptamente interrompidas. Esportivas, sociais, culturais. Suspensão total.

Em seguida, se foi nossa confiança. Empresários, profissionais liberais, executivos, funcionários, autônomos. De um dia para o outro, todos nós passamos a questionar a viabilidade das nossas vidas profissionais.

Por fim, nos foi tirada a paz de espírito. Difícil manter a tranquilidade quando pessoas que amamos, e nós mesmos, podemos ser vítimas desse novo vírus. E, na infelicidade de o quadro se agravar, sermos submetidos à loteria de um atendimento médico em um sistema em colapso.

Como habitantes da fantasia de George R.R. Martin, “Game of Thrones”, nos preparamos para a chegada do inverno. Trancados em casa, contamos os dias e o número de contaminados e mortos. Antes foi a China. Depois a Itália. Agora é vez de a Europa sucumbir. Os Estados Unidos já apresentam números semelhantes a países europeus. E assim, todo o mundo passa a ser coberto pelo manto do lockdown.

A devastação dos mercados, imprevisível mesmo aos investidores mais sofisticados, foi inevitável.

Sob a perspectiva de um colapso econômico sem precedentes, investidores venderam tudo em busca da segurança de ter caixa na mão.

O “sell-off” não se restringiu às ações. Commodities, bonds privados, criptomoedas foram liquidados ao preço ofertado. Sem dó.

Aqui no Brasil, dada a fragilidade de nossa economia, sofremos mais. Nossa moeda perdeu o chão. Juros longos voaram, jogando a cotação dos títulos do Tesouro a níveis de 2018. E com juros longos subindo, os fundos imobiliários também sofreram uma brutal correção.

Apesar de tudo isso, vamos sobreviver.

Vamos atravessar dias e semanas duríssimas sim. Seremos testados e desafiados. Mas da mesma maneira como não há bem que sempre dure, não há mal que nunca acabe.

Do nosso lado, aqui na Empiricus, temos o compromisso de ajudá-lo em cada momento desta travessia.

Fizemos os ajustes que poderiam ser feitos nas carteiras e nas recomendações.

Estamos operando remotamente, mas nunca estivemos tão próximos de você.

De dentro de suas casas, nossos analistas e especialistas mantêm firme sua missão de acompanhar absolutamente tudo o que está acontecendo nos mercados e na economia.

Em regime excepcional, montamos conteúdos especiais para ajudá-lo a entender tudo o que está acontecendo.

Na quinta, por exemplo, o Felipe protagonizou uma espetacular live com o ex-diretor do Banco Central e CEO da Mauá Capital, Luiz Fernando Figueiredo.

Na segunda-feira, apresentaremos um plano completo para enfrentar a crise. Aguarde.

Voltando ao cenário global, a situação gradualmente começa a se estabilizar.

Para evitar o colapso econômico, líderes mundiais não medirão esforços. Literalmente trilhões de dólares estão sendo disponibilizados.

Ao anunciar o seu programa emergencial de € 750 bilhões, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, declarou:

“Tempos extraordinários exigem ações extraordinárias. Não há limites para o nosso compromisso com o euro. Estamos determinados a usar todo o potencial de nossas ferramentas, dentro de nosso mandato.”

Sobre a epidemia em si, a espécie humana vai aprendendo a se preparar no combate ao inimigo invisível.

As quarentenas funcionaram na China. Na Itália, apesar do agregado do país ainda se deteriorar, os números já se estabilizam na Lombardia, região mais duramente atingida.

Começam também a surgir possíveis medicamentos que ajudariam no tratamento de doentes, como a hidroxicloroquina, exaltada por Trump na quinta-feira (19).

E a própria dinâmica da propagação do vírus indica haver um padrão natural de enfraquecimento da epidemia, de acordo com cientistas.

É certo que enfrentaremos turbulências, mas chegaremos ao nosso destino sãos e salvos.

Deixo você agora com os destaques da semana.

Boa leitura e um abraço.
Caio

P.S.: Para Marink Martins, da Inversa, Coronavírus e petróleo dispararam o gatilho de um grande acerto de contas no mercado, e esta pode ser a chance de aproveitar oportunidades geradas pela crise, enquanto protege o seu dinheiro. Então veja o quanto antes a mensagem deste link e aproveite o momento (CLIQUE AQUI e veja o “Coronavírus e o Grande Acerto de Contas”)

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