O que a Globo não dirá a você

Depois de alguns dias nos Estados Unidos, estou de volta ao Brasil. Como escrevi na edição anterior, participei do evento Zeitgeist ‘19, conferência anual promovida pelo Google aos seus clientes das Américas.

Depois de alguns dias nos Estados Unidos, estou de volta ao Brasil.

Como escrevi na edição anterior, participei do evento Zeitgeist ‘19, conferência anual promovida pelo Google aos seus clientes das Américas.

Na sua missão de conectar pessoas, o Google promove encontros para alimentar sua impressionante rede de contatos. E fazer isso tendo o deserto do Arizona como cenário é uma proposta de valor irrecusável.

Grand Canyon, Arizona

Resumidamente, durante dois dias, CEOs e diretores de mais de uma centena de empresas se reuniram para ver e ouvir palestras de pessoas que representam bem o espírito do nosso tempo, ou Zeitgeist, como dizem os alemães.

A lista de palestrantes foi diversa e impressionante.

Como CEO por um grupo de produção e publicação de conteúdos, tive o privilégio único de ouvir em primeira mão as ideias de figuras relevantes como Robert Iger (CEO da Disney), Mark Thompson (CEO do New York Times), Brian Grazer (produtor de cinema e televisão) e Jeffrey Katzenberg (cofundador e ex-CEO da DreamWorks).

Além desses pesos-pesados da indústria de conteúdo, ouvi cientistas, astronautas, artistas, esportistas, políticos, ativistas e mais de uma dezena de pessoas que trazem perspectivas novas para as coisas que estão acontecendo ao nosso redor.

De tudo que ouvi, quem mais me impressionou foi Michelle Obama. 

Afiada como uma navalha, a ex-primeira-dama dos EUA deu um show de carisma e personalidade.

Dona de uma trajetória pessoal admirável, tendo crescido no inóspito South Side de Chicago, Michelle formou-se em Princeton e pós-graduou-se em Direito em Harvard.

Com muito humor, compartilhou seu ceticismo quanto às chances eleitorais de seu marido e falou dos desafios em angariar apoio e recursos para seus programas sociais quando estava na Casa Branca.

Por fim, Michelle Obama apresentou argumentos robustos e sensatos para programas de inclusão social para jovens carentes, que, mesmo para um liberal radical como eu, fizeram sentido.

Agradeço ao Google pela oportunidade de poder ouvir pessoas com ideias e visões de mundo diferentes das minhas, como Michelle, e perceber que há pontos de concordância quando há boa vontade e espaço para o diálogo.

Na primeira edição desta newsletter, lá em março de 2017, intitulada “Eu Amo o Google”, não tive pudor em declarar toda a admiração que tenho pela empresa que possibilitou o nosso crescimento e o desenvolvimento de uma infinidade de novos modelos de negócios que simplesmente não se viabilizariam no sistema tradicional de publicidade.

O resultado dessa parceria tem sido verdadeiramente virtuoso.

O Google permitiu que nos conectássemos com milhões de leitores, impactando pessoas que anteriormente não teriam acesso a ideias e conteúdos de valor. 

Os resultados das recomendações da Empiricus, seguidas pelos nossos 350 mil assinantes, são prova viva da nossa capacidade de transformar a vida financeira das pessoas.

Ideias geradas dentro de um modelo independente, que garante uma relação direta e sem conflito de interesses.  

Isso jamais poderia acontecer enquanto as pessoas deixassem seu dinheiro naquele “banco que cuida de você” para você não precisar “se preocupar com dinheiro”. E dá-lhe merchan na novela com a mocinha e o galã recebendo orientações de investimento do gerente do banco.

Confira aqui a performance histórica das carteiras de nossas publicações.

Deixo você agora com os destaques da semana.

Um abraço e boa leitura,
Caio

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