Bora empurrar ETF na galera

Quem tem mais de 50 anos deve se lembrar. Antigamente, para o banco, PF e PJ era uma coisa só (ainda hoje é meio assim, mas antes era mais).

Quem tem mais de 50 anos deve se lembrar.

Antigamente, para o banco, PF e PJ era uma coisa só (ainda hoje é meio assim, mas antes era mais).

Então, para descontar uma duplicata da sua empresa, o gerente te convidava gentilmente a comprar umas ações do banco.

Conflito de interesse, sem dúvida. Só que acabou virando um ótimo negócio, mil vezes melhor do que comprar títulos de capitalização.

Muito correntista ficou rico com ITUB4, BBDC4 ou BBAS3 quase sem querer.

Fiquei pensando quão legal seria se os gerentes de banco ou agentes autônomos atuais empurrassem ETFs de Ibovespa na galera, em vez de COEs mirabolantes ou fundos escrotos.

Me dei conta, ao bater o olho nestes dados da B3, que o mercado de ETFs está largamente subdimensionado por aqui.

Houve crescimento fabuloso de detentores de ações, ETFs e, principalmente, fundos imobiliários.

No entanto, o número absoluto da posição em ETFs ainda é proporcionalmente pequeno, assim como o patrimônio.

Meio estranho se pensarmos (pensamento coxinha) que o iniciante em Bolsa deveria começar por meio de um ETF, em vez de querer acertar a bunda da mosca com uma ação específica.

Em nosso curso sobre o Ciclo de Vida do Investidor, eu e o Richard dedicamos uma aula para explicar como os ETFs, dentro de toda a sua simplicidade, são perfeitamente capazes de capturar os altos lucros esperados de um bull market.

Se você está a fim de entrar na Bolsa e não sabe direito por onde começar, comece por um ETF de Ibovespa, mais outro de Small Caps. Já está ótimo.

E mesmo para os mais experientes, são duas presenças obrigatórias em carteira diante de um ciclo de alta da Bolsa. É o básico do básico. E com o básico também podemos enriquecer de forma arrojada.

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