Que tal abrir uma nova caixa?

Pego-me incomodado com o tempo necessário para cortar, dilacerar, descolar, furar, abrir tantas embalagens.

Pego-me incomodado com o tempo necessário para cortar, dilacerar, descolar, furar, abrir tantas embalagens.

Mas então ontem me veio à cabeça a matemática.

O cálculo de que ir ao shopping para comprar aquelas coisas demandaria muito mais tempo, vinte vezes mais tempo, provavelmente.

Um cálculo inquestionável, que pacificou por alguns minutos minha relação com as caixas de papelão, geralmente consolada pela terapia de estourar plásticos bolha.

Sou viciado em plásticos bolha.

Eu iria ao shopping, se pudesse, só para comprar plásticos bolha e depois estourá-los.

Enquanto os shoppings enfrentam meses de fechamento substituídos por novos meses de reabertura desafiadora, suas ações e fundos imobiliários sofrem pela derrocada do varejo.

No entanto, shoppings possuem um cromossomo de varejo e outro cromossomo imobiliário.

É justo que sofram apenas como varejo, fingindo que não representam empreendimentos reais?

Se é justo ou não, confesso que não sei.

Mas é como as coisas teimam em acontecer.

Quando um ativo financeiro carrega duas ou mais características em paralelo, sua precificação acaba obedecendo à mais frágil dessas partes.

Estamos sempre tão protegidos quanto a parede mais fraca de nossas defesas.

De pouco adianta levantarmos muralhas de dez metros se, ao soar da campainha, abrimos nosso portão principal para o cavalo de Tróia.

Por essas e outras, discordo do senso comum que deduz, de forma simplista, o valor dos imóveis a partir do valor de tijolos empilhados.

Imóveis são muito mais complexos do que a soma de suas lascas.

Aprendi isso por experiência própria, investindo em ativos físicos dos mais diversos tipos, investigando fundos imobiliários.

E aprendi estudando também com alguns dos maiores negociadores imobiliários dos EUA.

Quando falamos de imóveis, há mais similaridades entre EUA e Brasil do que se pode imaginar.

Muito do que acabou de acontecer lá está prestes a acontecer aqui.

Funciona como se tivéssemos um olhar privilegiado pela fechadura das tendências futuras.

Pensando nisso, e em como eu gostaria de alargar essa fechadura para todos os leitores da Empiricus, resolvi aproveitar o período de quarentena para montar um treinamento de alto nível sobre imóveis, baseado em tudo aquilo que aprendi lá fora.

Em meu novo curso de Introdução ao Investimento em Real Estate, apresento 9 aulas com conceitos teóricos associados às consequências práticas do investimento em ativos físicos e fundos imobiliários.

É mais vantajoso comprar ações ou comprar fundos imobiliários?

Quais são as estratégias possíveis para perfis conservadores ou agressivos?

Existe um tamanho ótimo para um portfólio imobiliário?

Nessas nove aulas, respondo a essas e outras perguntas fundamentais usando exemplos práticos e linguagem simples, sem que você dependa de qualquer conhecimento prévio para entender.

Quer dar uma olhada pelo buraco da fechadura?

Faça já sua inscrição e prepare-se para extrair o máximo retorno de cada tijolo.

Dedique seu tempo da quarentena para algo um pouco fora da caixa de papelão.

O curso está pronto, você começa quando quiser.

Um abraço,
Rodolfo

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